Oriente Médio

Cidadão Cambojano Expulso pelos EUA para Eswatini Busca Justiça

Um homem cambojano, Pheap Rom, deportado pelos EUA para Eswatini, um país que ele mal conhecia, denuncia a falta de devido processo legal. Ele já havia cumprido pena nos EUA e esperava ser enviado ao seu país de origem.

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EUA - Agência de Notícias Ekhbary

Pheap Rom, um cidadão cambojano, expressou sua indignação após ser deportado pelos Estados Unidos para Eswatini, um reino africano com o qual não possuía qualquer vínculo. Rom, que havia cumprido uma pena de 15 anos nos EUA por tentativa de homicídio, foi surpreendido ao ser enviado para um país desconhecido, em vez de sua terra natal, o Camboja. Ele foi um dos dez indivíduos deportados para Eswatini em outubro de 2025, juntando-se a um grupo anterior de cinco deportados. Todos foram alojados em uma prisão de segurança máxima, uma situação que Rom descreveu como uma grave violação de seus direitos.

Rom, que chegou aos EUA como refugiado aos três anos de idade, enfatizou a importância do devido processo legal, mesmo para criminosos condenados. "No fim das contas, ainda merecemos o devido processo. Se o nosso devido processo for retirado, o devido processo de qualquer outra pessoa pode ser retirado", afirmou. Ele relatou ter passado quase 11 meses em centros de detenção da Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) antes da deportação, esperando ser enviado ao Camboja. A administração Trump tem sido criticada por deportar indivíduos para "terceiros países", uma prática que levanta sérias preocupações humanitárias e legais.

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