Reino Unido — Agência de Notícias Ekhbary
O Palácio de Buckingham confirmou que o Rei Charles III está "totalmente informado sobre os desenvolvimentos" após um incidente de tiroteio no jantar de correspondentes da Casa Branca em Washington. Antes da sua viagem aos EUA na próxima segunda-feira, o Palácio declarou que "várias discussões ocorrerão ao longo do dia com colegas dos EUA e as nossas respetivas equipas para discutir em que medida os eventos de sábado à noite podem ou não impactar o planeamento operacional da visita". O Rei expressou "grande alívio" ao saber que o Presidente Donald Trump, a Primeira-Dama Melania e todos os convidados estavam ilesos.
O incidente envolveu a evacuação de Trump e da Primeira-Dama do jantar após um homem armado ter passado por um posto de controlo. Um agente do Serviço Secreto foi alegadamente atingido, mas salvo pelo seu colete à prova de balas, e o suspeito de 31 anos, da Califórnia, foi detido. O Secretário Principal do Primeiro-Ministro, Darren Jones, afirmou que o governo e o Palácio de Buckingham estavam em "estreita cooperação" com as autoridades dos EUA, assegurando que a visita teria "segurança apropriada". O Secretário de Estado da Sombra, Chris Philp, sublinhou a importância de rever a segurança para garantir que não haveria "lacunas", mas insistiu que a viagem deveria "absolutamente prosseguir" para não permitir que a violência interrompa as relações diplomáticas.
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A visita de quatro dias de Rei Charles III e da Rainha Camilla será a primeira visita de estado do Reino Unido aos EUA desde 2007. O Rei deverá discursar em ambas as câmaras do Congresso, visitar o memorial do 11 de setembro em Nova Iorque e participar numa cerimónia de deposição de coroas na Virgínia. Embora um historiador tenha sugerido o adiamento devido à "incerteza do presidente", a importância diplomática da visita permanece, incluindo a possibilidade de discutir a soberania das Ilhas Falkland, questão para a qual o governo britânico mantém uma posição clara.