Estados Unidos - Agência de Notícias Ekhbary
O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., tem exibido uma versão mais contida de si mesmo, especialmente em relação às vacinas. Relatórios indicam que a Casa Branca o incentivou a evitar o tópico, temendo que suas visões anti-vacina pudessem prejudicar os Republicanos nas eleições de meio de mandato. Em vez disso, Kennedy tem focado em iniciativas como a nova pirâmide alimentar do governo e o retorno do leite integral às cafeterias escolares. Durante seu recente depoimento perante o Comitê de Meios e Recursos da Câmara, ele evitou em grande parte as perguntas sobre vacinas, recusando-se a reiterar alegações anteriores sobre supostas ligações entre vacinas e autismo, ou sobre os benefícios da caxumba para o sistema imunológico, posições que contradizem o consenso científico.
Essa mudança ocorre em meio a esforços da administração Trump para estabilizar o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Após meses de confusão e rotatividade, o Presidente Trump nomeou Erica Schwartz, ex-vice-cirurgiã geral e almirante aposentada, como a nova diretora do CDC. A nomeação de Schwartz, com seu longo histórico em saúde pública, é vista como um passo crucial para restaurar a confiança e a liderança na agência, que enfrentou várias renúncias de alto perfil e moral baixa. O CDC operou com diretores interinos por grande parte do mandato de Kennedy. A expectativa é que Schwartz traga a estabilidade e o foco necessários para a instituição.
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