Washington, D.C. — Agência de Notícias Ekhbary
Durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca no Washington Hilton, um homem armado foi interceptado pelo Serviço Secreto antes que pudesse chegar ao salão de baile, onde mais de 2.000 convidados, incluindo o presidente dos Estados Unidos, estavam presentes. O incidente, ocorrido na noite de sábado, levou à detenção do agressor e causou um breve pânico, mas todas as figuras de alto perfil e os presentes permaneceram ilesos.
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O alegado agressor, posteriormente identificado como Cole Tomas Allen de Torrance, Califórnia, estava, segundo relatos, a transportar uma espingarda, uma pistola e facas. Supostamente, ele havia expressado a sua intenção de atacar funcionários da administração Trump numa carta. Depois de correr por um posto de segurança, Allen foi confrontado por agentes armados do Serviço Secreto, que o imobilizaram e prenderam. Durante o confronto, um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas o seu colete à prova de balas e telemóvel protegeram-no. O agente está atualmente a recuperar dos seus ferimentos. Apesar do caos e dos tiros disparados, o presidente, o seu gabinete e todos os outros convidados do jantar conseguiram sair em segurança do salão.
Questões sobre o planeamento de segurança do evento
Embora a rápida resposta do Serviço Secreto seja considerada um sucesso por impedir que o agressor chegasse ao salão de baile, antigos funcionários do Departamento de Segurança Interna levantam questões sobre a definição do perímetro de segurança. A facilidade com que um homem armado conseguiu aproximar-se tanto do evento sugere potenciais vulnerabilidades no planeamento. O acesso ao Washington Hilton para os convidados do jantar exigia apenas um convite, o que implicava uma falta de controlos de segurança exaustivos, como os encontrados em aeroportos ou grandes concertos. Isso indica que, apesar da defesa eficaz contra um ataque direto, a estratégia geral de segurança para eventos de tão alto perfil precisa ser reconsiderada.