Jamaica - Agência de Notícias Ekhbary
Um voo da Caribbean Airlines, que partiu de Kingston, Jamaica, com destino ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy (JFK) em Nova York, aterrissou com um passageiro a mais do que o previsto. O motivo foi o nascimento de um bebê em pleno ar, um evento que levanta questões sobre a cidadania da criança. A companhia aérea confirmou o ocorrido em um comunicado, informando que a mãe e o recém-nascido receberam assistência médica ao chegarem ao destino e estão recebendo os cuidados necessários. Detalhes sobre o sexo do bebê e o momento exato do parto durante o voo de aproximadamente quatro horas não foram divulgados. Registros de comunicação entre a tripulação e a torre de controle em JFK sugerem uma brincadeira sobre nomear o bebê em homenagem ao aeroporto, com um controlador sugerindo "Kennedy". A cidadania do recém-nascido é um ponto de debate, dependendo do status de cidadania dos pais e da localização exata da aeronave sobrevoando o espaço aéreo dos EUA no momento do nascimento. As leis americanas estipulam que nascimentos em território ou águas dos EUA conferem cidadania, mas a documentação oficial, como registros da aeronave, é geralmente exigida. A política da Caribbean Airlines permite que passageiras grávidas viajem até o final da 32ª semana de gestação sem necessidade de atestado médico. A companhia aérea ressaltou que nenhuma emergência foi declarada e que a família solicitou privacidade, elogiando a tripulação por sua conduta profissional.
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