Global — Agência de Notícias Ekhbary
A marca Playboy, que celebra seu 70º aniversário, passou por uma reestruturação significativa para se alinhar com o cenário pós-movimento #MeToo, distanciando-se do legado de seu fundador, Hugh Hefner. Hefner, que faleceu em 2017, construiu a empresa com base na exploração da sexualidade feminina, incluindo a publicação de fotos de Marilyn Monroe sem consentimento. Com a revista impressa descontinuada e o fechamento de seus clubes, a Playboy busca uma nova identidade.
Após a morte de Hefner, documentários como "The Secrets of Playboy" revelaram acusações de má conduta sexual e abuso emocional contra ele. Embora a Playboy tenha apoiado causas como direitos ao aborto e inclusão em certos momentos, as relações pessoais de Hefner foram criticadas por controle. Em resposta, a empresa repudiou as ações de Hefner como "abomináveis", declarou o fim da afiliação com sua família e prometeu focar em valores de positividade sexual e livre expressão.
Leia também
- Infraestrutura do Centro Espacial Kennedy Inadequada para Foguetes Super Pesados, Aponta Relatório
- GM instala robôs em fábrica de EVs, apesar de 1.300 demissões
- Serviços de Streaming com Testes Gratuitos em 2026: Onde Encontrar?
- Como Assistir Noruega x Senegal na Copa do Mundo 2026 Gratuitamente Online
- Grandes Ofertas de Fones de Ouvido no Prime Day 2026 da Amazon
Hoje, a Playboy se transformou: cerca de 80% de sua equipe é feminina, e 40% da diretoria é composta por mulheres. O lema mudou para "Prazer para Todos". A empresa agora promove conteúdo liderado por criadores através do aplicativo Playboy Centerfold, onde as "bunnies" controlam sua própria representação, marcando uma clara mudança do foco original de Hefner para o "olhar masculino".