A Ucrânia está a aumentar o uso de robôs militares para substituir soldados em zonas de combate, uma estratégia que visa mitigar os riscos humanos. O Presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou que os robôs completaram mais de 22.000 missões em três meses, alegando que superaram posições russas e forçaram rendições. Embora não verificadas independentemente, relatórios do Ministério da Defesa ucraniano indicam um aumento substancial, com mais de 9.000 missões robóticas em março, refletindo uma nova fase na guerra.
Este aumento surge num conflito já profundamente moldado pelos drones, que tornaram o campo de batalha excecionalmente perigoso. A vigilância e os ataques persistentes de drones criaram uma "zona de morte", forçando os soldados a procurar cobertura e causando a maioria das baixas. Os robôs terrestres, antes modestos, são agora empregados em apoio logístico, evacuações médicas e combate. Armados com metralhadoras e lançadores de granadas, estes sistemas assumem tarefas de alto risco, protegendo vidas humanas e redefinindo as táticas de guerra moderna, com a integração de IA para reduzir a exposição direta dos combatentes.
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