Agência de Notícias Ekhbary | 12 de maio de 2026
Em meio a milhares de e-mails e documentos relacionados a Jeffrey Epstein, o nome de Lesley Groff, sua assistente executiva de longa data, surge com frequência notável. Isso levanta a perturbadora questão: o quanto ela realmente sabia sobre os crimes dele?
Cumplicidade: Conhecimento e Passividade
Legalmente, a cumplicidade exige o conhecimento de que se está ajudando a cometer um crime. No entanto, moralmente, o critério é mais baixo. Ter conhecimento de um crime e não agir é suficiente. O texto reflete sobre a tendência humana de fechar os olhos, descartar pensamentos ou desviar-se do que é errado, seja um dano ecológico em escala planetária ou um pequeno furto em um supermercado.
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A Trajetória Profissional de Groff
Após a faculdade, Groff trabalhou por nove anos em uma empresa de material de escritório e, posteriormente, como vendedora em uma loja de departamentos. Em 2001, um headhunter encontrou seu currículo e a colocou em contato com Epstein, um financista de Manhattan. Durante a entrevista, realizada nos escritórios de Epstein na Madison Avenue, ela conheceu Ghislaine Maxwell e o próprio Epstein. A impressão que teve foi de um ambiente de trabalho vibrante e agitado.
Responsabilidades e Legado
Groff trabalhou para Epstein por 18 anos, de 2001 até sua prisão em julho de 2019. Ao contrário de muitas outras pessoas mencionadas nos arquivos, ela nunca foi acusada de nenhum crime. Desde a morte de Epstein em agosto de 2019, Groff permaneceu praticamente invisível, comunicando-se apenas através de seus advogados. Em comparação com as figuras públicas e ricas que aparecem nos arquivos, Groff é uma pessoa de baixo status, sem reputação pública.